"Se você treme de indignação perante uma injustiça no mundo, então somos companheiros." (Che Guevara)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

I Seminário Estadual de Universidade Popular

Há poucos dias do I Seminário Nacional de Universidade Popular (I SENUP), que será realizado nos dias 2,3 e 4 de Setembro de 2011 em Porto Alegre/RS, em Pernambuco a União da Juventude Comunista (UJC) em conjunto com a Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) e Federação de Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB) somam esforços para a construção do Seminário local para debater sobre Universidade Popular, em preparação aos debates do I SENUP.

No dia 27 de Agosto de 2011 (sábado) os e as estudantes dispostos a debater sobre um projeto de universidade popular, uma educação para além do capital, com produção de conhecimento para e com o povo trabalhador, devem se fazer presente ao I Seminário Estadual de Universidade Popular - PE no Auditório de Medicina Veterinária na UFRPE.
Confira a programação completa e o cartaz do evento (clique na imagem para ampliar).

08h00minCredenciamento e acolhida (voz e violão/recital de poesia)
09h00minMesa de abertura
Representantes da ENESSO, FEAB, UJC, PCB, ADUFERPE e SINTUFEPE/UFRPE
09h30min – Mesa: Educação para além do capital
Eixo 1: Educação Popular
Facilitador: Antônio Alves “Morgação” - Estudante de Jornalismo/Fac. Maurício de Nassau
Eixo 2: Panorama da Universidade hoje
Facilitador: Daniel Rodrigues– Profº do CE/UFPE
Eixo 3: Por uma Universidade Popular
Facilitador: Alcides Junior – UJC
12h00minIntervalo almoço
14h00minGD’s
16h30minApresentação sumária dos debates
16h50minEncerramento



sábado, 20 de agosto de 2011

Memórias, verdades e esperanças

Por Fernando Antônio Gonçalves
Meu pai sempre dizia que Gregório Bezerra, seu sargento-instrutor no Tiro de Guerra, hoje CPOR, era um dos homens de maior caráter por ele conhecido. E meu eternizado pai era católico apostólico romano, sem nenhum traço de esquerda. Apenas um homem que dava a César o que a  César pertencia. E sempre que ouvia alguém cacarejar contra Gregório, querendo enfiar dedo em fiote de onça morta, ele repetia frase de uma contraparente de João Cabral de Mello Neto: “Não liga não, filho, pois quem dá cartaz a bunda é penico”.

UJC: Universidade Popular, uma luta necessária

Universidade Popular, uma luta necessária.

O debate sobre a educação no Brasil nos remete à discussão sobre que universidade nós necessitamos de acordo as demandas da maioria da população, os trabalhadores. Para a União da Juventude Comunista, é impossível dissociar a luta por uma sociedade mais justa e fraterna da luta por uma universidade popular. Cabe aos movimentos sociais e em especial àqueles ligados à educação debruçar-se sobre esse tema e apontar uma alternativa estratégica ao modelo elitista atual.

A construção da Universidade Popular passa necessariamente pela reafirmação do seu caráter público e a luta intransigente contra qualquer medida que busque torná-la privada. Uma universidade que tenha como princípio o ensino crítico, com práticas educativas que que rompem com o modelo pedagógico atual e coloque a educação como instrumento de emancipação das classes subalternas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

UJC: 84 anos de muitas lutas!

Em 1 de Agosto de 1927 era funda da a Juventude Comunista (JC), posteriormente denominada de União da Juventude Comunista (UJC). São 84 anos de história de muitas lutas em prol de uma sociedade para além do capital: a sociedade comunista!

VIVA OS 84 ANOS DA UJC!!!

sábado, 30 de julho de 2011

UJC no 52º CONUNE

Participação da UJC no 52º CONUNE, Chapa: "Movimento Nacional Universidade Popular"

A HISTÓRIA DE UM VALENTE

Créditos: Latuff
Por Luciano Morais e Roberto Numeriano*


Gregório começa a autobiografia Memórias narrando a seca e a escassez de alimentos que maltratava constantemente os nordestinos, e que o atingiu duramente em sua infância no município de Panelas, "Fui, assim, uma criança gerada com fome no ventre materno. Sim, porque minha mãe passava fome, e eu só podia nutrir-me de suas entranhas enfraquecidas pela fome".

sábado, 23 de julho de 2011

O anticomunismo nas Escolas Militares




Urariano Mota*

Imagino os jovens dos Colégios Militares, rapazes e mocinhas ardorosos obrigados a decorar algo como uma História vazia e violentadora, a que chamam História do Brasil – Império e República, de uma Coleção Marechal Trompowsky, da Biblioteca do Exército.

Livro: Memórias de Gregório Bezerra

Crédito: Boitempo
Mais de trinta anos após a publicação das Memórias (1979), de Gregório Bezerra, o lendário ícone da resistência à ditadura militar é homenageado com o lançamento de sua autobiografia pela Boitempo Editorial, acrescida de fotografias e textos inéditos, e em um único volume. O livro conta com a contribuição decisiva de Jurandir Bezerra, filho de Gregório, que conservou a memória de seu pai; da historiadora Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, que assina a apresentação da nova edição; de Ferreira Gullar na quarta capa; e de Roberto Arrais no texto de orelha. Há também a inclusão de depoimentos de Oscar Niemeyer, Ziraldo, da advogada Mércia Albuquerque e do governador de Pernambuco (e neto de Miguel Arraes) Eduardo Campos, entre muitos outros.

Em Memórias, o líder comunista repassa sua impressionante trajetória de vida e resgata um período rico da história política brasileira. O depoimento abrange o período entre seu nascimento (1900) até a libertação da prisão em troca do embaixador americano sequestrado, em 1969, e termina com sua chegada à União Soviética, onde permaneceria até a Anistia, em 1979. No exílio começou a escrever sua autobiografia.