"Se você treme de indignação perante uma injustiça no mundo, então somos companheiros." (Che Guevara)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Nota Política da União da Juventude Comunista sobre a revisão do Projeto Novo Recife

A Prefeitura do Recife anunciou hoje (10/09) a apresentação das diretrizes de revisão do Projeto Novo Recife. O problema é que essa atitude da Prefeitura descumpriu uma série de acordos firmados antes. Em reunião com o Movimento #OcupeEstelita, a prefeitura se comprometeu a realizar audiências públicas para debater o projeto com o conjunto da sociedade e os movimentos sociais. Também se prometeu que todos os procedimentos e conclusões seriam apresentados por escrito e publicizados. Por fim, ainda comprometeu lançar um cronograma de trabalho, com datas fixas para cada momento do processo de negociação. O que aconteceu?

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Apenas uma audiência pública foi realizada. O procedimento de coleta das propostas e avaliações não é transparente. A Prefeitura que decide o que vai “aproveitar”. Depois disso, mais nenhuma audiência pública, nenhum diálogo com a sociedade. Não houve publicização dos procedimentos e muito menos calendário. O anúncio de divulgação das diretrizes para reavaliação do Novo Recife para hoje, pegou todo mundo – menos, é claro, as Construtoras que já sabiam de tudo – de surpresa. Em resumo: a Prefeitura do Recife de forma antidemocrática, descumpriu todos os pontos importantes acordados sobre a revisão do projeto Novo Recife. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Sempre revolucionária nunca morta, nunca inútil: a vida política de Frida Kahlo

México - [Paula Cervelin Grassi] Ultimamente tenho escutado o alerta do quanto "Frida está pop". Afirmação que ao ressoar em meu corpo, remete a associações e indagações.

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Uma das minhas primeiras reações é a lembrança do também "pop" Che Guevara. Surge assim a primeira questão: Frida Kahlo já se tornou um mito de consumo? Segundo Claúdio Carvalhaes, está há anos em curso (assim como em Che) o processo de esvaziar as referências políticas, culturais e revolucionárias de Frida para ficar palatável ao consumo regrado de beleza norte americano. Pergunto assim, a quem interessa que a memória de Kahlo não seja associada às suas opções políticas ou, quando exposta, de forma muito rasa. É comum citar que a artista tinha aspirações revolucionárias sem titulá-las ou, quando definidas, ligadas aos seus relacionamentos afetivos. Como se seu interesse político partisse ou fosse compreendido através da sua vida amorosa. Mas então, quais foram as referências políticas de Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon Rivera? Quais os registros do seu interesse político e social?

Uma primeira evidência das suas ideias políticas é sua opção pelo ano de nascimento. A artista nasceu em 6 de julho de 1907 em Coyoacán, Cidade do México, porém em seu diário afirma ter nascido em 1910, ano em que a Revolução Mexicana eclode. Para a pintora também: "La emoción clara y precisa que yo guardo de la Revolución mexicana fue la base para que a los 13 años de edad ingresara em La juventud comunista".

Na Escola Nacional Preparatória, ao entrar em 1922, fará parte do Los Cachuchas, um coletivo político de afeição socialista. Em 1925 se afasta da Escola após o acidente com o bonde que comprometeu sua saúde pelo resto da sua vida. Quando recuperada passa a frequentar reuniões e festas semanais do meio artístico e político e em 1928 filia-se ao Partido Comunista.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

EM DEFESA DO POVO PALESTINO E PELA PAZ EM GAZA

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O Fórum de Ações Populares (FAP) vem a público expressar o seu repúdio ao massacre israelense contra o povo palestino, que atinge principalmente a idosos e crianças. 


A brutal invasão sobre a Faixa de Gaza se caracteriza por mais uma ação genocida do Estado de Israel direcionada à população palestina. Dia a dia são contabilizadas centenas de mortos, a grande maioria composta de civis indefesos. 

Bombardeios indiscriminados atingem escolas e hospitais, vitimando inúmeras de crianças. Uma atrocidade inaceitável para a comunidade internacional, inclusive para vários movimentos sociais israelenses que se manifestam contrários ao belicismo de Israel, apoiado sempre pelos imperialismos estadunidense (EUA) e europeu (Inglaterra, Alemanha, França e outros mais). 

O que estamos assistindo é um verdadeiro crime de lesa-humanidade que deve ser repudiado por todos os que se alinham na defesa do direito dos povos à autodeterminação.

A Faixa de Gaza é atualmente a área mais densamente povoada do mundo, com 1,7 milhão de habitantes confinados em apenas 365 quilômetros quadrados, submetidos a um bloqueio permanente que a converte em um gigantesco campo de concentração a céu aberto.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Quem disse que o comunismo morreu?

por Otávio Dutra*

Amanhã pelas ruas
Os povos triunfantes marcharão
E ante o exército vermelho
Os poderosos irão tremer
(trecho da Jovem Guarda, música escolhida como hino da FJC)

Ao mesmo tempo que nossos corações estão explodindo de indignação e revolta pelo massacre das crianças e trabalhadores palestinos por meio do nazi-sionismo de Israel e seus aliados na União Européia e EUA, a esperança se renova ao regressar do México com a certeza que ai surge uma organização dos oprimidos sólida, de análises profundas e de intenso trabalho com o movimento operário e popular nesse país irmão. O jovem Partido Comunista de México acaba de celebrar nos dias 12, 13 e 14 de julho o congresso de fundação da Federação de Jovens Comunistas (FJC), organização juvenil que nasce através de um importante esforço unitário entre a Liga da Juventude Comunista (LJC), a Juventude Comunista Revolucionária (JCR) e outras organização de jovens revolucionários de distintas regiões do México. O congresso foi realizado na cidade de Oaxaca, no sul do país, local de histórica resistência e alto nível de organização popular. Em 2006 a cidade foi conhecida pela Assembléia Popular dos Povos de Oaxaca que enfrentou e derrotou o governo do estado. Em meio a esse ambiente de rebeldia popular se formou a Federação de Jovens Comunistas.

A FJC surge como uma organização alegre, rebelde e profundamente vinculada às lutas da juventude popular do México; uma escola de jovens comunistas de teoria e, sobretudo, de prática, orientada pelo marxismo-leninismo, por uma ação organizada e coletiva junto à juventude operária, camponesa, estudantil e popular e seguindo a herança revolucionária dos guerreiros maias e astecas, de Pancho Villa e Emiliano Zapata, de Frida Kahlo e David Siqueiros, de José Guadalupe Rodrigues y Primo Tapia, dos mártires do PCM assassinados recentemente pela burguesia e seu aparato de repressão: camaradas Raimundo Velazquez, Samuel Vargas, Miguel Solano, Luis Olivares, Ana Lilia Gatica, Manuel Homobono e Antonio Velazquez presentes, hoje e sempre!

Declaração Comum das Juventudes Comunistas sobre o novo genocídio de Israel contra o povo palestino


As organizações juvenis que assinam essa declaração denunciam veementemente as operações militares do Estado de Israel contra o povo palestino, que já geram a perda de centenas de vida.



Os Estados Unidos, assim como a União Europeia, que estimulam essas atividades criminosas de Israel através de seu total apoio, igualando os culpados às vítimas, reforçando as relações políticas, financeiras e militares com Israel de diversos modos, organizando treinamentos militares conjuntos com forças armadas de Israel, têm uma grave responsabilidade sobre o crime continuado contra o povo palestino e sua juventude.

As Juventudes Comunistas convocam homens e mulheres jovens de todo o mundo a deter, com nossa luta e solidariedade internacionalista, o novo genocídio de Israel contra o povo palestino e seus jovens, que estão na mira da agressão imperialista, imersa em um contexto de planos imperialistas que existem e estão em curso na região do Oriente Médio e do Mediterrâneo Oriental.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

REPRESSÃO POLICIAL FASCISTA NA RETIRADA DOS OCUPANTES DO JOSÉ ESTELITA!

Nota Política do Partido Comunista Brasileiro sobre o ‪#‎Ocupeestelita‬


O Recife amanheceu neste 17 de junho, sob o forte impacto das ações da tropa de choque da Polícia Militar de Pernambuco, que mais uma vez macula sua imagem com medidas ultrajantes e repressivas contra os participantes do movimento OcupeEstelita.


O OcupeEstelita é um movimento que vem sendo construído por pessoas, majoritariamente jovens, que tomaram a decisão de enfrentar um dos mais perversos projetos de agressão urbana à cidade do Recife. Hoje consegue através das redes sociais despertarem a discussão sobre “em que tipo de cidade e de mundo desejamos viver e compartilhar”, indo além dos horizontes do Cais José Estelita.

Essa área é uma das mais belas da cidade do Recife, um cartão postal, fincada na Bacia do Pina, no São José, um dos bairros mais antigos do Recife, onde está instalado o Forte das Cinco Pontas, última construção holandesa de1630 e onde fuzilaram Frei Caneca em 1825.

O projeto que o consórcio denominado ironicamente de “Novo Recife”, vem tentando impor a cidade se compõe de 12 torres de 40 andares, criando uma muralha que esconderá uma das mais significativas paisagens do Recife, que tem em seu Código de Meio Ambiente, artigos que determinam a “preservação de paisagens históricas ambientais”, sem falar nos problemas de mobilidade urbana e de preservação do patrimônio histórico existente na área.
No dia 21 de maio passado, enquanto o movimento OcupeEstelita debatia propostas em seu site “Direitos Urbanos” e o Instituto de Patrimônio Histórico (IPHAN) analisava os impactos ao patrimônio histórico, os senhores do capital imobiliário, organizados no Consórcio, conseguiram com a prefeitura do Recife, ninguém explica como, licença para demolir os históricos armazéns. Isso iniciado no começo da noite, mas denunciado por pessoas que passavam no local, o que fez com que um dos membros dos Direitos Urbanos fosse ao local e fotografasse o que estava ocorrendo, sendo logo espancado pelos seguranças das imobiliárias que ainda apreenderam sua câmara e roubaram a sua memória. Isso provocou mobilização convocada pela rede do facebook, e no dia seguinte a obra foi embargada pelo Ministério Público Federal.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A cidade que luta para não se tornar invisível

por Movimento #OcupeEstelita

Há alguns anos, Recife passa por um processo agressivo de transformação urbana. Nos acostumamos com o surgimento de um novo espigão em cada esquina: bairros formados tradicionalmente por casas mudam de maneira drástica com a demolição destas para a construção de prédios compridos.


“Não faz sentido dividir as cidades nessas duas categorias (felizes ou infelizes), mas em outras duas: aquelas que continuam ao longo dos anos e das mutações a dar forma aos desejos e aquelas em que os desejos conseguem cancelar a cidade ou são por ela cancelados”.¹
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Há alguns anos, Recife passa por um processo agressivo de transformação urbana. Nos acostumamos com o surgimento de um novo espigão em cada esquina: bairros formados tradicionalmente por casas mudam de maneira drástica com a demolição destas para a construção de prédios compridos. Comunidades inteiras são desalojadas sem o mínimo planejamento social. O que antes era uma rua de quintais, terraços e jardins, hoje é uma paisagem inóspita de muros altos, fachadas espelhadas e muitas vagas na garagem. Com a conivência do poder público, multiplicam-se os projetos imobiliários que visam apenas a geração de lucros e ignoram a dimensão humana. Assistimos à transformação do Recife amarelado de Renato Carneiro Campos, do Recife de cadeiras na calçada de Manuel Bandeira, do Recife cheio de gente de Alcir Lacerda, numa metrópole em que progresso contradiz identidade. Vemos a reprodução de um modelo de desenvolvimento urbano que espelha o fracassado sucesso de grandes cidades feitaspara poucos, como Dubai ou Miami: as grandes construtoras dominam o nosso solo, capitalizando a paisagem e segregando a urbe.

O escravo da Casa Grande e o desprezo pela esquerda

Por Mauro Iasi. 
Malcom X comparou, certa vez, os negros que defendiam a integração na sociedade norte americana com escravos da casa. Para defender suas pequenas posições de acomodação na ordem escravista, buscavam imitar seus senhores, copiar seus maneirismos, usar suas roupas, sua linguagem, adotando o nome da família de seus senhores. Daí o “X” no lugar do sobrenome do revolucionário norte americano.
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Não é de se estranhar que os escravos da Casa Grande se incomodassem com as revoltas vindas da Senzala, pois poderiam atrapalhar sua instável acomodação, sua sobrevivência subserviente.
Dois textos recentes me chamam a atenção, não sei se produzidos pela mesma pena, mas certamente movidos pelo mesmo ódio e desprezo contra a esquerda em nosso país. Um deles é de autoria do sociólogo Emir Sader neste blog (“Não é a Copa, imbecil, são as eleições), que recentemente comparou os manifestantes a cachorros vira-lata, outro é o editorial do Brasil de Fato de 03/06/2014 (“Eleições presidenciais e o papel do esquerdismo“) que, não contente em se aliar ao campo de apoio a Dilma, abriu as baterias contra a esquerda – aquela mesma que em muitas situações apoiou esse jornal, não apenas nas campanhas para sua sustentação, mas participando de seu conselho editorial e apoiando nos momentos mais difíceis.
Tanto o sociólogo como o jornal têm o direito de apoiar quem quiserem, de emitirem suas opiniões, mas o que nos chama a atenção é a necessidade de atacar a esquerda e a forma deste ataque. Como em todo o debate que busca fugir do mérito da questão (talvez pela dificuldade em realizar o debate neste campo) lança-se mão de estigmas. É preciso caracterizar os oponentes como “esquerdistas”, “minorias”, “intelectuais vacilantes da academia”, ou mais diretamente de “imbecis”.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O que a imprensa do Recife não conta sobre o Estelita

Grande parte dos veículos estaduais ignora a mobilização social contra o projeto Novo Recife e a ocupação nos armazéns do Cais José Estelita

Por Mariana Martins e Mariana Moreira*

Um dos professores mais antigos do curso de comunicação social da Universidade Federal de Pernambuco, Paulo Cunha, postou em sua página no Facebook: “Acho que amanhã vou no cemitério de Santo Amaro, fazer uma visita ao túmulo do jornalismo pernambucano”. Esta frase, escrita ainda no dia 22 de maio, pela manhã, dizia muito sobre o silêncio da imprensa de Pernambuco a respeito do início da demolição do Cais José Estelita, área histórica e um dos principais cartões-postais do Recife, e da ocupação feita por manifestantes, que impediram a demolição completa dos armazéns de açúcar, no fim da noite do dia 21. Atividades estão sendo realizadas e, último no fim de semana, a ocupação recebeu visitas e manifestações de apoio de recifenses ilustres.

Reprodução | Ocupação no Cais José Estelita

Pode-se dizer que a postagem de Cunha foi também um presságio do que viria. A ocupação já entra no seu sétimo dia, e o comportamento da maior parte da mídia local é o de ignorar a mobilização social contra o projeto Novo Recife e o acampamento permanente de dezenas de pessoas na área. Apenas um dos três jornais da capital noticiou linhas descontextualizadas sobre o fato. Nenhuma das matérias passava de seis parágrafos, insuficientes para contextualizar a história que existe desde 2008, e que em 2012 tomou novos rumos e ganhou novos atores.

Breve contextualização (tentando dar conta do que a mídia não conta)

O Recife está entre as cidades do Brasil em que houve maior valorização imobiliária nos últimos cinco anos. Esta valorização fez com que áreas antes “desvalorizadas”, do ponto de vista imobiliário, fossem alvo de especulações, principalmente áreas históricas e de preservação ambiental, como o Cais José Estelita e as poucas áreas de mangue que ainda sobreviviam na cidade.

O Projeto Novo Recife prevê a construção de 12 torres de até 40 pavimentos no Cais José Estelita. O empreendimento é uma ação de um consórcio de grandes construtoras do estado, também chamado Consórcio Novo Recife, formado pelas empresas Moura Dubeux, Queiroz Galvão, G.L. Empreendimentos e Ara Empreendimentos. Assim como vários outros empreendimentos de grande impacto na capital pernambucana, o Projeto Novo Recife não foi antecedido do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), que, após feito, deve ser apresentado à população, para que possibilite o exercício da gestão democrática, como manda o Estatuto da Cidade (Lei 10.257, de 10 de Julho de 2001.).

Nota Pública da Direção Estadual do Partido Comunista Brasileiro (PCB-PE)

Amigos, amigas e camaradas,

O Partido Comunista Brasileiro diante do anúncio feito pela Deputada Federal Luciana Santos do PCdoB e do Deputado Estadual Waldemar Borges do PSB, de realização, neste 29 de maio de 2014, de uma “Sessão Solene de Restituição do Mandato Parlamentar de Gregório Bezerra”, vem a público esclarecer o seguinte:

Nós que militamos no Partido Comunista Brasileiro (PCB), denunciamos o oportunismo praticado pelo PCdoB, que vem através de seus programas partidários de rádio e tv, se utilizando da imagem de Gregório Bezerra e de outros comunistas históricos, como Luiz Carlos Prestes, quando sempre estiveram em campos divergentes, sendo por eles acusados, de reformistas e outros adjetivos.

O Camarada Gregório Bezerra nos enche de orgulho pela sua trajetória, quando militou por mais de 50 anos no PCB, dos quais 23 anos foram encarcerados, mais de 25 anos na clandestinidade e na semi legalidade, e, foi eleito Deputado Federal Constituinte pelo PCB em 2 de dezembro 1945, sendo cassado em 8 de janeiro de 1948, junto com os camaradas da bancada comunista no congresso nacional. Na sua passagem no congresso nacional teve atuação destacada, defendendo renhidamente os mais caros interesses da classe operária, do campesinato e das crianças em situação de rua, entre outras.

Diante disso, rejeitamos a forma com que esse processo foi construído, num congresso nacional que majoritariamente envergonha a Nação, pela prática da corrupção e defesa dos interesses dos monopólios empresariais, mesmo entendendo que é positivo do ponto de vista do resgate da história de Gregório Bezerra e dos demais comunistas cassados em 1948, como uma pequena tentativa de reparação do que foi praticado pelos governos do Marechal Dutra e dos militares golpistas de 1964, apesar de estarmos separados por 66 anos da cassação desses mandatos.

Rejeitamos também, a atual prática do PCdoB na sua gestão no Ministério dos Esportes e em sua parceria com a FIFA nesta Copa excludente e elitista, de terem liderado junto com a bancada ruralista e defensora do agronegócio as mudanças reacionárias no Código Florestal, de suas alianças políticas aos projetos de natureza liberal com o PT no plano nacional, com o PSB e o PSDB nos planos estaduais e municipais.

A melhor forma de manter viva a memória de Gregório Bezerra é estar presente nas lutas dos operários e camponeses, é estar nas ruas lutando pelo passe livre, contra a corrupção, em defesa de uma educação pública de qualidade, pela universidade popular, pela reforma agrária, pela construção do poder popular, pelo socialismo.

Por isso não podemos concordar com o uso indevido da imagem do nosso querido camarada Gregório Bezerra.
Foto: Roberto Arrais
Gregório Bezerra Presente!

Direção Estadual do PCB-PE.